A Palavra é a Verdade

tentaçãoA obra das trevas é a destruição. O prazer do diabo é nos condenar. A força dele não é física, mas a astúcia.

Satanás veio ao mundo para roubar, matar e destruir. Ele é um acusador. A palavra é a Verdade! Se pudéssemos chegar diante do trono de Deus, veríamos o Pai, o Filho assentado à sua direita, mas também, nas regiões celestiais, o diabo. Um dos significados da palavra “satanás” é acusador. E ele permanece nas regiões celestiais, incessantemente, nos acusando, condenando. Ao darmos importância às acusações, à condenação do inimigo, começamos a viver não pela verdade da Palavra de Deus, mas pelos sentimentos, o que resulta na nossa destruição.

A Palavra é a verdade; nela devemos nos apegar, para rebater toda mentira do diabo. Em João, capítulo 8, versículo 32, está escrito: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” Não podemos pautar a nossa vida nas sensações e emoções. Temos que nos firmar na Palavra. E a verdade da Palavra diz que “agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte.” (Romanos 8.1-2)

Não existe nada que corrói mais a alma de um homem do que a culpa, a condenação.

 E o diabo, nosso inimigo, sabe disso. Por isso ele tenta de todas as formas trazer ao nosso coração a culpa pelos pecados do passado. Ele prepara a armadilha da culpa e quando caímos nela, a alegria desaparece. O relacionamento com Deus não é mais de intimidade, mas apenas uma convenção religiosa, os atos, são mecânicos, o amor se esfria e a religiosidade toma o lugar de Deus.

A vida com Deus passa a ser apenas uma fórmula, fazendo com que na realidade não haja um desfrutar da presença preciosa do Senhor, porque a verdade não está funcionando. A obra das trevas é a destruição. O prazer do diabo é nos condenar. A força dele não é física, mas a astúcia. É usando de astúcia que ele nos convence a crer que temos que curtir a condenação, o pecado, acumulando-os. O que o diabo diz a nosso respeito é contrário ao que Deus tem para nós.

 “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” (Romanos 8.1) Somos livres de toda condenação, mas é preciso escolher andar com Deus. O primeiro passo para o perdão dos nossos pecados é o arrependimento e logo em seguida esse pecado deve ser confessado ao Senhor, uma vez é o suficiente. Não deve existir para nós cristãos, como acontece com algumas pessoas que oram assim: “Ó Deus, perdoa a multidão dos meus pecados.”

 Santo não é aquele que não peca, mas aquele que sempre se lava. Porém, você pode escolher não pecar.

O pecado tem que ser um acidente, e acidente segundo o dicionário Houaiss “é um acontecimento casual, fortuito, inesperado”. Assim deve ser o pecado na sua vida. Você pode ficar um dia, uma semana inteira sem pecar. Nós não temos que pecar. O contrário disso é mentira do diabo. Em Oseias 4.6, está registrado assim: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento.” O inimigo muitas vezes sutilmente nos instiga ao pecado, dizendo que por causa da nossa natureza pecaminosa, o homem está condicionado a pecar.

Mentira, porque conforme está escrito em Colossenses 3.5, por meio de Jesus a nossa natureza terrena, prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria, pode ser morta. A falta de conhecimento de Deus e da Palavra pode nos levar a viver uma vida de escravidão espiritual. Conhecimento de que Jesus já venceu por mim e por você e que nos deu livre acesso ao Pai, pela fé e a “graça na qual estamos firmes; e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus”. (Romanos 5.2)

 No momento em que reconhecemos Jesus como Senhor e Salvador é como se a nossa vida voltasse ao início, zerou e começou de novo. Para exemplificar isso, vou contar um fato que aconteceu comigo, para que você compreenda metaforicamente o que acontece quando Jesus entra na nossa vida. 

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